Para dançar e ser feliz, observando a beleza do próprio corpo e a importância de ser única.
Rádio da Innana
segunda-feira, 28 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
CANDELABRO
Dança na qual a bailarina usa um candelabro sobre a cabeça.
Recomenda-se que haja um véu sobre a cabeça, embaixo do candelabro.
O candelabro pode ter de 7 a 14 velas, dependendo da preferência.
Quanto menor o número de velas, menor o candelabro, e mais
delicado.
Seu nome egípcio é Raks El Shamadan e sua provável
origem é grega ou judaica.
É uma dança antiga que fazia parte das celebrações egípcias
de casamento, nascimento e aniversários, como ainda o é em muitos
países árabes.
Assim, é comum que uma bailarina entre como
em um cortejo à frente dos noivos, dançando com o candelabro. Desta
maneira ela procura iluminar o caminho do casal, como uma forma de
trazer felicidade para ele. É uma dança que serve para celebrar a
vida e a união entre as pessoas.
Não tem traje ou ritmo específico, mas geralmente dança-se ao
som do ritmo Zaffe ou na versão mais lenta do Malfuf.
De
qualquer forma é importante que a música seja lenta, pelo menos na
maior parte do tempo, pois com o candelabro não é possível
realizar muita variedade de movimentos rápidos.
É uma dança
que requer mais movimentos delicados e sinuosos, além de bastante
equilíbrio.
http://www.centraldancadoventre.com.br/modalidades/15-danca-do-candelabro
segunda-feira, 14 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
OUM KANTHOUM
Oum Kanthoum foi uma cantora egípcia
que, não se sabe com precisão, entre 1894 e 1904. Nascida de uma
família pobre, demonstrou, desde cedo, seu talento indiscutível.
Seu pai era um imã local que convidava as pessoas para as orações
e recitava o Alcorão em ocasiões festivas.
Talvez, essa sua base
religiosa, musicalmente profunda no universo árabe, tenha lhe
oferecido a emoção inigualável em suas performances musicais. Aos
doze anos, seu pai a disfarçou de menino para que pudesse integrar a
companhia de recitação que ele dirigia. Quando sua família se
mudou para o Cairo, seu pai fez questão de contratar professores de
música para aperfeiçoar o talento da filha.
Orgulhosa de sua
origem humilde, Oum Kanthoum era uma mulher regiamente instruída,
versada em literatura árabe e francesa. Seu encontro com Ahmed Rami
renderam 137 canções e um aprofundamento na poesia árabe. Grandes
compositores criavam especialmente para ela. Atuou no cinema e
transitava do clássico ao popular. Suas músicas também falavam do
homem do povo e de suas lutas. Morreu no dia 03 de fevereiro de 1975,
vítima de um ataque cardíaco. Ouça sem olhar o relógio, permita
que a música te envolva e me conte a experiência. Beijos de
chocolate.
https://www.youtube.com/watch?v=LH9PklSzkAY
sexta-feira, 4 de abril de 2014
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